Subverso #31 – Funk BR

Os mlk piranha, Tiago Messias (Altverso) e Marcel De Souza (Caralhinhos Voadores), se reuniram para discutir um pouco da música, da polêmica, entre outras mil tretas desse (não tão) criminalizado movimento cultural.


DOWNLOAD! (Clique com o botão direito e escolha “Salvar Destino/Link Como…“)

Trilha Sonora:
MC Boy Do Charmes – Além Do Universo
Danda & Tafarel – Rap Do Festival
Bob RumRap Do Silva
MC RodolfinhoContabilidade
Neguinho & Boca – Opções
Tom & Rodrigo – A Noite Chegou
MC PapoTudo Pra Dar Errado
Deize Tigrona – A Porra Da Buceta É Minha
Valesca PopozudaBeijinho No Ombro
De LeveO Que Que Nego Quer
MC Marcinho – Glamurosa
Felipe BoladãoEu Sei
Michel & Tucano – O Vida Louca Acabou
MC GuimêEu Vim Pra Ficar

Expansão:
KRS-One & Buckshot – Robot / KRS-One, Buckshot & Mary J. Blige – The Way I Live
MC Guimê & Emicida – País Do Futebol / Terra Preta & Nego Blue – Rolezin De Nave
Edu Krieger – Resposta Ao Funk Ostentação
Tiago Messias & End Ribeiro – Rave Off
Caralhinhos Voadores #98 – T-Gatas / Caralhinhos Voadores #99 – Pornô Nacional Hoje
Cronologia Do Acaso #42 – Juventude
Black Alien – Babylon By Gus Vol. 2: No Princípio Era O Verbo

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por Tiago Messias Postado em Subverso

8 comentários em “Subverso #31 – Funk BR

  1. Agora sim eu ouvi tudo e posso comentar! 😀

    Esse é um daqueles programas que você vai ouvindo, alguém fala alguma coisa que te dá vontade de responder, você faz uma nota mental para não esquecer de citar nos comentários, mas aí no próprio programa alguém faz a réplica e te deixa meio sem argumentos. E isso é bom! Sinal que não ficaram pontas soltas.

    Sobre a discussão em si, vocês abordaram várias questões interessantes. Claro que muitas das coisas são variáveis dependendo do ponto de vista e da vivencia de cada um. Posso afirmar que funk não funciona comigo. Não gosto da musicalidade, as mensagens não me atingem e o “funk way” não me atrai. Mesmo assim consigo entender a razão pela qual outras pessoas curtem. Acho que parte de mim acaba criando uma repúdio também porque geralmente “esse pessoal que escuta funk” (ironizando uma das partes do programa hehe) costuma ser muito invasivo. Carros de som, lojas, bares, motos, pessoas com celulares… Talvez por morar no RJ e as margens de uma comunidade eu sofra mais com isso, quem sabe.

    Enfim, achei um papo muito construtivo e mesmo que não vá mudar o meu gosto acabo parando para pensar e refletir sobre outros pontos de vista. PARABÉNS pelo programa! 🙂

  2. Pingback: Caralhinhos Voadores 103: CV Debate – Pornô Violento X Pornô Romântico » Caralhinhos Voadores - Vulgar sem ser sensual!

  3. Legal que quando falam do mc Brinquedo ele é um muleque com raciocínio rápido e quando falam da Melody ela esta sendo obrigada pelo pai. Qualquer um que para 5 segundos pra ver qualquer vídeo da garota percebe que ela é realmente daquele jeito e ta adorando estar ali, obvio que o pai ganha dinheiro em cima dela, mas eu não vejo isso como uma coisa ruim se o dinheiro acaba indo pra ela e a família dela de qualquer forma. Eu fico muito irritado quando vejo esses outros mcs mirins cantando funk proibidão (esses dias eu vi o mc pikachu cantando uma musica sobre estupro) e sendo tratados como ”mitos” na internet e a Melody é zoada até a morte e tratada como o anticristo, sendo que é só uma mina de 9 anos que brinca de ser a Anitta. É extremamente machista o fato de garotos cantando letras super sexualizadas em palcos de baile funk receberem o mesmo tratamento que uma menina cantando musicas sobre recalque no youtube.

    • Tu realmente tem um ponto. Acho que pelo fato da Melody ser ou parecer mais criança que o brinquedo e o pikachu, eu sempre acabo colocando eles em paralelo com as minas da mesma produtora. Apesar de serem mais velhas, as musicas delas também são tão escrachadas quanto as deles. Pra mim também é visivel que a melody tá brincando de anitta. Talvez o background dela também influencie nisso. Tipo, quando ví as mães do brinquedo e pikachu, eram senhoras pobres, falando que não gostam mas aceitam pela vontade dos muleques. Rola uma vibe “são mães solteiras, o dinheiro tá ajudando a familia a sair da pobreza”.
      No caso da Melody, o pai dela já é funkeiro, e na minha opinião, não soube se posicionar bem quando atacado pela exposição da filha. Ela me soa mais paralela ao caso desse moleque aqui https://www.youtube.com/watch?v=IX9bAxznakM
      Mas tb acho inegável o que tu falou. Que por ser guria, só o fato dela abrir a boca já ser mal vista.

  4. Acabei de escutar o programa, e cara so posso falar que sensacional, realmente vocês conseguiram mudar a minha opinião em relação ao funk, o cast esta incrivel, e ja recomendei a amigos .

    Parabéns .

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